sábado, 25 de setembro de 2010

Reciclagem: Copo Plástico vira RoboCopo


fotos de Joba Tridente
Reciclagem: Copo Plástico vira RoboCopo

Eu tenho (muitos) copos plásticos dos mais variados tamanhos e formatos. Herança requeijonesca que me serve de porta-recortes, porta-trecos, porta-parafusos, porta-etc. Um dia, olhando estes servidores leitosos, de uma maneira diferente da que estão acostumados a serem olhados e (ab)usados, pensei que poderia recortar (dá trabalho!) um, emendar com outro, juntar partes alheias: tampas e fios, e ver no que dava.


E deu nisso: RoboCopo - O Boneco do Futuro (ou RCJT.01).


Adorei o resultado. O nome RoboCopo é uma homenagem ao RoboCop - O Policial do Futuro, do clássico filme dirigido por Paul Verhoeven em 1987. Criar um Robô feito esse (ou mesmo outros Bonecatores) é se sentir um verdadeiro Dr. Frankenstein, aquele que deu vida ao ser fantástico idealizado pela escritora britânica Mary Shelley (1797-1851).


Bem, continuando a laborar, criei o RoboCopo Gira-Gira, que se movimenta girando, (postarei em breve). Aí, por conta das Oficinas e Contação de Histórias acabei perdendo a concentração e criei a maravilhosamente indescritível fashionable Bonecatriz e Modelo Marylinda (próxima postagem).


RoboCopo - O Boneco do Futuro tem movimentos de braços e de cabeça. Ele foi criado à base de: copo plástico, tampas, fiação de computador, protetores de barbeador descartável e de VHS.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Reciclagem: Embalagem de Tempero vira Bonecatriz


fotos de Joba Tridente
Embalagem de Tempero vira Bonecatriz

Tenho produzido muita coisa ultimamente. São bonecos e brinquedos feitos com os mais diversos materiais. Inventei até modelos de casas e prédios feitos com uma embalagem (papel) de pizza (dessas de marca que se compra nos supermercados. Posto hora dessas.

Hoje quero mostrar a Bonecatriz Dama. A razão do seu nome (se não foi ela quem me sussurrou) é porque ela me lembra uma grande dama de teatro. E tem um porte impecável de Madona.


Quando representa ela tanto pode entrar (apenas) de cabeça, num espetáculo. Ou, se necessário, de corpo inteiro. Porque teatro se faz no todo e num instante. Dama é eclética, mas gosta de “ser” vilã. Mas, se for preciso, também sabe “ser” uma amável avó.


Dama nasceu elegante e muito bem temperada. Sua pele é macia, feito papel toalha e seus traços firmes parecem moldados em sofisticado machê. Não abre mão da cabeleira branca que lembram algodão doce ou nuvens de adivinhar infância.


Dama foi criada com duas embalagens plásticas: uma de tempero de salada (rosto) e outra de detergente (corpo); embalagem de ovos; papel toalha e de presente; algodão; rolha e lacres plásticos, véu e bijuteria. Ela pode ser manipulada por um (só cabeça) ou dois bonequeiros (inteira).

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